Lúcio Flávio Pinto foi destaque no Sem Censura

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Lúcio Flávio Pinto foi destaque no Sem Censura

O programa também falou sobre um concerto de músicas de Beethoven
Lúcio Flávio Pinto

“O jornalismo aqui no Pará, deve ser vivenciado para que ele possa ser informador”. Foi esta uma das declarações dadas por Lúcio Flávio Pinto em sua participação no “Sem Censura Pará” desta quinta-feira, 15.  Outras  questões abordadas por Lúcio diz respeito ao processo o qual foi condenado, ao manifestar sua indignação com a tentativa grilagem no Estado, utilizando o termo “Pirata fundiário” para o fundador da empreiteira CR Almeida, Cecílio do Rego Almeida.

 

“A população precisa saber do patrimônio público, e se é de interesse público, eu vou publicar. Uma grilagem é venda ilegal de madeira. Essa área tem 4.600.000 milhões de hectares de terras públicas no Estado, uma área maior do que países como Dinamarca, Holanda e Bélgica, e do que estados como Rio de Janeiro e Espírito Santo”, explicou o jornalista.

 

No programa, ainda estiveram presentes o historiador Geraldo Mártires Coelho, que escreveu para alunos do ensino fundamental sobre a Adesão do Pará, o que ele considera um verdadeiro desafio. “Eu espero que os alunos tenham maior senso crítico e possam analisar mais os fatos históricos do Estado lendo este livro”, disse.

 

No encerramento, o regente Miguel Campos Neto, e o violonista italiano, Emmanuele Baldini, da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, falaram sobre o concerto com músicas de Beethoven, que será apresentado hoje, às 20h, no Theatro da Paz, com entrada gratuita. Quem esteve no debate foi a jornalista Lygia Maria.  O “Sem Censura Pará” vai ao ar de segunda à sexta, às 14h30, na TV Cultura, canal 2.

 

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