Quiere comprar pastillas de potencia Venda De Viagra Brasil La entrega de tabletas se produce en la normal imperceptible el sobre y se respeta la confidencialidad de la.

Exposição reúne traços das religiões de matriz africana no Pará

Exposição reúne traços das religiões de matriz africana no Pará

A mostra apresenta ao público um pouco da cultura afro-brasileira por meio da arte.
Exposição reúne traços das religiões de matriz africana no Pará

Foto: Divulgação

 

Está aberta a visitação, até o dia 14 deste mês, na Galeria Theodoro Braga (Centur) a exposição “Nós de Aruanda – Artistas de Terreiro”, mostra que exibe um apanhado sobre o imaginário das religiões de matriz africana praticadas no Pará, tais como Tambor de Mina, Umbanda, Candomblé, entre outras.

 

A proposta do projeto é dar espaço e visibilidade a praticantes das chamadas “religiões de terreiro” que desenvolvem trabalhos de artes visuais em áreas diversas como fotografia, pintura, escultura etc, contribuindo também com a diminuição de preconceitos em relação a essas religiões.

 

A idéia para a realização da mostra, que este ano reúne mais de 50 artistas, também partiu de um esforço coletivo para homenagear a memória e a luta de Dona Rosa Viveiros ou “Mãe Doca”, mulher negra, natural do município maranhense de Codó, e que apenas três anos após a abolição da escravatura enfrentou o racismo e os preconceitos da época inaugurando seu terreiro de Tambor de Mina em Belém.

 

Presa várias vezes por praticar o culto às divindades africanas, algo que era proibido no Brasil, Mãe Doca resistiu aos desmandos da polícia e dos poderes constituídos e manteve aberto o seu terreiro e as tradições de sua origem negra africana.

 

Contemplado pelo Edital Pauta Livre 2017, da Fundação Cultural do Pará, o projeto já está em sua quinta edição e foi iniciado em 2013 pelo Grupo de Estudos e Pesquisas roda de Axé/CNPq e pelo Neab Grupo de Estudos Afro-Amazônicos (GEAM) da Universidade Federal do Pará.

 

Serviço: A exposição “Nós de Aruanda – Artistas de Terreiros” pode ser visitada até o dia 14 de julho, de segunda a sexta-feira, no horário de 9h às 18h na Galeria Theodoro Braga (Av. Gentil Bittencourt, 650, no subsolo do Centur).