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As cores de Setembro!

As cores de Setembro!

Conheça as campanhas: Setembro Azul, Amarelo e Verde
As cores de Setembro!

Marcar um momento para a reflexão e apontar caminhos para a prática cidadã é o obvjetivo de campanhas pautadas em cor, realizadas este mês. Azul, verde e amarelo, um verdadeiro arco íris de empatia. É dessa forma, que os movimentos sociais, instituições governamentais e ONGs realizam atividades e eventos em prol da solidariedade.

 

“Mudo”, “mudinho”, “surdo-mudo”, muitas pessoas usam esses termos e não fazem ideia do quanto essas palavras são ofensivas para as pessoas surdas, seja por falta de informação ou por preconceito. Assim, as comunidades surdas brasileiras criaram em 2011, o “Setembro Azul”, movimento de luta e de valorização da língua de sinais e da cultura surda.

 

Arlindo Gomes é diretor da Escola Estadual de Educação de Surdos Astério de Campos. Ele gravou um vídeo exclusivo para o Portal Cultura sobre o “Setembro Azul”. Assista:

 

 

 

Segundo pesquisas, pessoas surdas que crescem sem contato com a língua de sinais apresentam sinais de depressão e isolamento social. É nesse sentido que o “Setembro Azul” atua na autoestima da pessoa surda, afim que de que ela possa aceitar a sua identidade. Mas a depressão não é um caso exclusivo de pessoas surdas.

 

Todas as pessoas estão vulneráveis a serem diagnosticas com transtornos mentais. Atualmente, a sociedade está engajada para prevenir um grande problema de saúde pública, o suicídio. Iniciado no Brasil pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina)e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), o "Setembro Amarelo" realizou as primeiras atividades em 2014 concentradas em Brasília. Desde então, o “Setembro Amarelo” tem a missão de alertar a população a respeito do suicídio no Brasil. Segundo dados oficiais da campanha, em média são 32 mortos por dia vítimas do suicídio, taxa bem acima dos números de vítimas das doenças sexualmente transmissíveis como a AIDS e os demais tipos de câncer.

 

A psicóloga e professora universitária, Niamey Granhen, explica a importância da campanha “Setembro Amarelo”. Veja:

 

 

Transtornos mentais podem surgir em diversas situações da vida. Um grande exemplo são as pessoas que estão na fila de espera de transplantes de órgãos. Na maioria dos casos, pacientes que estão em uma longa fila de espera por um órgão, apresentam um maior risco de ansiedade, angústia e depressão. Para incentivar a doação de órgãos e diminuir o tempo de espera de transplantes, a campanha “Setembro Verde”, realizada pela Associação Brasileira de Transplantes de órgãos, tem como um dos objetivos acender a chama da esperança nesses pacientes.

 

Edielson Cunha, de 57 anos, há um ano e meio passou por um transplante de rim. Ele é morador de Salinas e precisava viajar três vezes por semana para realizar a hemodiálise em Belém. Felizmente, Edielson não está mais na fila de espera. “Eu fiz hemodiálise por três anos. Depois de seis meses eu entrei na fila de espera. Então foram dois anos e meio esperando e mais quarenta e cinco exames antes da cirurgia”, conta ele.

 

A agonia e a ansiedade fizeram parte do processo de espera por uma doação. “Foi uma batalha, uma verdadeira agonia. Quando vencia os exames, eu tinha que fazer tudo de novo. É uma emoção muito grande, muitos amigos meus desistiram por aparecer tanta complicação”, lamenta ele.

 

A luta não terminha depois do transplante. “Faz um ano e meio que fiz a cirurgia, de dois em dois meses eu retorno para fazer exames. Eu saio de uma batalha e entrei em outra, mas nem se compara com a minha luta de antes”, completa.  

 

Mais informações:

Setembro Azul: https://goo.gl/vf74k5

Setembro Amarelo: https://goo.gl/Jr2lHj

Setembro Verde: https://goo.gl/EtKP2e