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Direito à cidade e Mobilidade Urbana

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Direito à cidade e Mobilidade Urbana

Projeto LabCívico aporta em Belém e convida a discutir deslocamento ativo nas cidades
Publicado em 21/09/2017
Projeto LabCívico aporta em Belém e convida a discutir deslocamento ativo nas cidades
Direito à cidade e Mobilidade Urbana

Foto: Camila Lima

 

Já ouviste falar em transporte ativo? Transporte ativo é todo aquele em que colocamos esforço para nos movimentar, como a bicicleta. Com as cidades cada vez mais lotadas de automóveis e trânsitos caóticos, reinventar os modos de mobilidade urbana é um ótimo caminho, inclusive para a saúde e o bem estar.

 

Nos dias 23 e 24 de Setembro, será realizada a segunda edição do LabCívico no Brasil e acontece aqui, na cidade de Belém, no Pará, com a Oficina: Direito à Cidade e Mobilidade Urbana. Em parceria com o Coletivo ParáCiclo e com o Laboratório da Cidade, serão discutidos o deslocamento ativo como opção de meio de transporte e a transformação da mobilidade urbana.

 

“A metodologia do LabCívico conta com um primeiro momento de recorte temático e mapeamento de atores sociais. Nesta etapa, pesquisamos sobre o tema que iremos abordar e consultamos alguns especialista”, explica Ana Carolina Lourenço, Gerente de Projetos da Fundação Cidadania Inteligente, que organiza o projeto LabCívico.

 

Eles fizeram o dever de casa. E levantaram dados alarmantes. A Região Metropolitana de Belém apresenta condições críticas de mobilidade urbana, tanto pelo crescimento de veículos privados na última década (só de 2010 a 2014 a frota de veículos privados cresceu 44,01%, enquanto a população no mesmo período cresceu apenas 3,82%. Fonte: IBGE), assim como por questões de gestão e planejamento do sistema de transporte público.

 

“Os desafios são inúmeros, mas acreditamos que o LabCívico pode potencializar os esforços que já são implementados a níveis locais por diversas organizações e ativistas mostrando que uma sociedade civil mais forte é capaz de intervir e construir, em conjunto, boas políticas públicas”, garante Ana Carolina Lourenço.

 

Interessado em participar da programação? O evento é fechado para participantes inscritos. Para se inscrever, clique aqui.

 

O que é o LabCívico?

 

A metodologia do LabCívico foi formulada em 2015 pela Fundação Cidadania Inteligente/Ciudadano Inteligente, que é uma organização latino-americana sem fins lucrativos e com sede em Santiago do Chile, com um escritório no Rio de Janeiro, mas que já realizou projetos em mais de 10 países da América Latina. O LabCívico é uma metodologia de dois dias de trabalho com organizações da sociedade civil, meios de comunicação, academia, desenvolvedores web e ativistas para fortalecer processos de idealização, planejamento e implementação de ferramentas de incidência política.

 

Saiba mais sobre os LabCívicos já realizados [https://labcivico.org/]!

 

Fundação Cidadania Inteligente 

 

A Fundação tem como missão o fortalecimento da democracia e a redução da desigualdade social na América Latina, utilizando a transparência, as tecnologias da informação e a participação coletiva como ferramentas de transformação.

 

A FCI Brasil faz parte do #MeRepresenta, um coletivo de organizações que tenta aproximar a cidadania da política a partir de uma ferramenta que rankeia candidatos e candidatas das eleições proporcionais de acordo com seus comprometimentos com pautas de Direitos Humanos. O #MeRepresenta está realizando um diagnóstico da Câmara de Vereadores de São Paulo e em breve fará no Rio de Janeiro. A primeira atividade em Belém foi compartilhar essa metodologia com um grupo que deve, em parceria com a Clínica de Direitos Humanos e o Núcleo de Empreendedorismo (NIEJ) da CESUPA, aplica-la na capital paraense.

 

A FCI Brasil, também, está coordenando no Brasil um projeto de consulta da Rede Latino-Americana pela Transparência Partidária, junto a importantes organizações como o LabHacker da Câmara de Deputados, Agenda Pública, ITS, o Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV-Rio, o ENAP, Vote LGBT, Cidade Democrática, Open Knowledge Foundation e outros. Serão organizados grupos de trabalhos para refletir sobre os resultados da consulta. Além disso, também desejam fazer um GT durante a semana em que estarão em Belém