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UEPA e UFPA pesquisam medicamento contra o câncer

Rádio Cultura

UEPA e UFPA pesquisam medicamento contra o câncer

A pesquisa é resultado de uma parceria entre UEPA e UFPA
Publicado em 11/01/2018
A pesquisa é resultado de uma parceria entre UEPA e UFPA
UEPA e UFPA pesquisam medicamento contra o câncer

Foto: Thiago Gomes/Agência Pará. 

Uma parceria entre a Universidade do Estado do Pará e a Universidade Federal do Pará deve resultar no desenvolvimento de um medicamento que vai atuar no combate ao câncer e assim, trazer a cura para muitas pessoas que convivem com a doença, como a da Turismóloga, Lilia Dantas, que foi diagnosticada com um tumor no pâncreas em janeiro de 2016. “Eu fiz a quimioterapia a cada quinze dias durante oito meses e durava 48 horas cada. Foi cansativo, as reações não foram tão intensas como os outros tipos de câncer, como o câncer de mama que é muito agressivo e cai o cabelo”, relembra. Além disso, ela ainda conta que teve “poucas náuseas, a diarreia aparecia cinco dias depois e não era tão intensa, dava para controlar”.

 

Entretanto, em alguns casos, o tratamento contra a doença não é eficaz e são nesses pacientes que o resultado da pesquisa realizada pela UEPA em conjunto com a UFPA tem o objetivo de garantir maiores chances de cura. “Nós criamos um fármaco no computador e começamos os testes em camundongos por alguns dias e ao final do tratamento, nós observamos que houveram diminuições dos tumores” explica o Mestre em Cirurgia e Pesquisa Experimental.

 

As pesquisas começaram em 2015 a partir de um componente do medicamento conhecido como AAS. Atualmente, o desenvolvimento dos medicamentos passam por etapas e uma delas, são os testes do remédio em camundongos até a fase de testagem em humanos. Assim, pode representar um tratamento mais seguro e eficaz aos pacientes. “Eu espero que eles consigam uma cura, algo menos agressivo, porque é cansativo e doloroso não só para quem está fazendo, mas também para quem está acompanhando. É um sofrimento em conjunto”, comenta Lilia Dantas.

 

A expectativa é que o medicamento esteja disponível no mercado no prazo de dez anos.