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É da turma que não gosta de carnaval mas ama quadrinhos?

É da turma que não gosta de carnaval mas ama quadrinhos?

Conheça sete HQs com histórias, personagens e cenários inspirados na Amazônia que você precisa ler.
É da turma que não gosta de carnaval mas ama quadrinhos?

Por: Lourival Borges / Portal Cultura

Arte: Divulgação

 

É carnaval. Muita gente adora essa época do ano e não perde um fim de semana fora dos blocos que animam a cidade e o interior do estado. Mas vamos combinar que nem todo mundo aprecia a folia e prefere aproveitar o período, que também é de chuvas, para ficar em casa descansando e pondo as leituras em dia. E, se a pessoa é fã de revistas em quadrinhos, o momento é também propício para mergulhar nesse universo que, por sinal, não é habitado apenas pelos heróis da Marvel.

 

Para quem não sabe, além de existirem publicações com histórias ambientadas na região amazônica, há aqui mesmo em Belém diversos escritores e quadrinistas, muitos deles atuando de forma independente e outros de renome no mercado estrangeiro, que fazem um trabalho de excelência e se dedicam à arte de expressar suas histórias em HQs inspiradas nos personagens, costumes, locais e lendas típicas da nossa região.

 

Assim, como forma de elaborar uma pequena lista para você, preparamos sete sugestões de quadrinhos com histórias e personagens inspirados em nossa cultura que não podem faltar na sua coleção. Vamos a eles!

 

 

“Esquadrão Amazônia” (Foto: Divulgação)

 

1. "Esquadrão Amazônia". Unidos eles combatem ameaças de proporções cósmicas - Criação dos paraenses Joe Bennet e Alan Yango, “Esquadrão Amazônia” mostra as aventuras de um grupo de heróis regionais com aspecto inspirado na fauna, nas lendas, mitos e nos povos indígenas, em histórias que se passam em locais conhecidos dos paraenses como o mercado do Ver-o-Peso e o edifício Manoel Pinto da Silva.

 

Os personagens foram criados por Bennet nos anos 2000 para uma campanha publicitária. O sucesso foi enorme e 16 anos depois eles ganharam sua própria revista lançada em 2016 durante a Comic Com Experience, em São Paulo.

 

 

“Papo Amarelo” (Foto: Divulgação)

 

2. "Papo Amarelo", o herói ecológico - Ele vive na Amazônia, mais precisamente no fictício vilarejo de Kakinã. Com muita habilidade em artes marciais defende a floresta daqueles que a ameaçam e para isso não usa armas, mas apenas a sua inteligência, característica que faz dele um excelente detetive capaz de solucionar os maiores mistérios. Em uma das aventuras, Papo Amarelo enfrenta um grupo de contrabandistas de animais na floresta amazônica.

 

O personagem foi criado no ano de 1990, pelo cartunista e escritor Moacir Torres (autor da Turma do Gabi), com uma proposta genuinamente brasileira. Fugindo dos padrões dos heróis estrangeiros e com uma linguagem e temas relacionados com o meio ambiente do nosso país, a série conquistou os leitores de HQs.

 

 

“A Turma do Açaí” (Foto: Divulgação)

 

3. "A Turma do Açaí": Uma turminha tipicamente “papa chibé” – Criação do quadrinista paraense Rosinaldo Pinheiro a partir de sua inspiração na cultura do Pará e em alguns dos seus parentes e amigos da cidade onde viveu sua infância, Igarapé-Miri, A Turma do Açaí traz personagens de descendência negra e indígena que usam o linguajar típico do dia a dia do paraense. Um deles, chamado “Açaí”, é um menino de oito anos morador de uma área ribeirinha da capital paraense, onde gosta de pescar, fazer amigos, brincar e se aventurar pelos rios e florestas.

 

Rosinaldo Pinheiro é quadrinista, designer gráfico e animador. Além de criar as histórias de A Turma do Açaí, ele já lançou dois curtas de animação: “A Turma do Açaí: No Círio” e “A Turma do Açaí: Fiasco é essencial”. Chegou a participar do ANIMA MUNDI 2015 na Casa das Artes do Rio de Janeiro e foi premiado no Congresso Internacional Rio+20.

 

 

“Castanha do Pará” (Foto: Divulgação)

 

4. "Castanha do Pará" e as aventuras de um menino na feira do Ver-o-Peso – Obra do mineiro criado em Belém, Gidalti Moura Júnior, “Castanha do Pará” é uma comédia dramática em quadrinhos sobre a vida de um menino da periferia de Belém. Totalmente colorido em aquarela, o romance conta a história de um garoto metade humano e metade urubu que mora na feira do Ver-o-Peso. No local o personagem sobrevive de pequenos furtos, dos alimentos que encontra no “Veropa” e da pouca atenção que recebe dos transeuntes. História de riqueza gráfica exuberante e com forte cunho social.

 

“Castanha do Pará” é o primeiro romance gráfico de Gidalti Jr., que ficou em primeiro lugar na edição 2017 do Prêmio Jabuti, na categoria “Histórias em Quadrinhos”.

 

 

 

“Belém Imaginária” (Foto: Divulgação)

 

5. "Belém Imaginária" e o retrato da capital paraense em uma HQ - Na obra de Volney Nazareno, a capital do Pará se transforma de uma forma nunca antes vista. A trama de “Belém Imaginária” se inicia quando Saulo, um menino da capital paraense, acorda numa Belém completamente diferente, onde animais andam, falam e se vestem como humanos.

 

 

“Rasga Mortalha: Matinta Pereira” (Foto: Divulgação)

 

6. Lendas amazônicas, como a da Matinta Pereira, inspiram HQ – A revista “Rasga Mortalha: Matinta Pereira” foi criada pela egressa do curso de Design da Universidade do Estado do Pará (Uepa), Marcele Pamplona, 26 anos, que decidiu quebrar o paradigma de um mercado tipicamente dominado por homens e repleto de histórias em quadrinhos de super-heróis como Homem Aranha, Wolverine e Incrível Hulk. Assim, orientada pela professora de Design, Brena Renata Marciel Nazaré, Marcele apostou num trabalho inovador na região com enredo inspirado nas lendas populares brasileiras enraizadas na Amazônia.

 

Movida pela necessidade de um mercado de quadrinhos que aborde a cultura popular e inspirada nas lendas locais, Marcele lançou o volume 1 da HQ “Rasga Mortalha: Matinta Pereira”. A obra conta a história de uma família que decide sair de férias para o interior do Pará e acaba se vendo no meio de uma aventura tipicamente amazônica às voltas com a Matinta Pereira, persoangem folclórico representado por uma mulher velha e de aspecto assustador que passa as noites e madrugadas nas ruas assoviando de forma estridente, amedrontando as pessoas.

 

 

“Rio Negro, o horror habita no coração da Amazônia” (Foto: Divulgação)

 

7. Lendas indígenas transformadas em quadrinhos de terror - "Rio negro, o horror habita no coração da Amazônia" é uma série de horror em quadrinhos inspirada nos mitos do folclore indígena brasileiro, fatos reais e no universo criado pelo escritor norte-americano Howard Phillips Lovecraft que revolucionou o gênero de terror atribuindo-lhe elementos fantásticos.

 

Criada e desenhada pelo ilustrador Eron Carlos Costa, conhecido também como Ikarow, a obra conta a história do jovem pesquisador Elton Zuanon e da fotógrafa ambiental Margot Walker que juntos embarcam em uma viagem em direção a regiões remotas do Rio Negro, após terem recebido informações que podem revelar a descoberta do habitat de um peixe misterioso.

 

Segundo sites especializados em HQs o primeiro dos quatro episódios de Rio Negro está entre os dez melhores quadrinhos de horror do ano de 2016.