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Especial Mulher: conheça a luta delas por maior presença no mercado de tecnologia

Rádio Cultura

Especial Mulher: conheça a luta delas por maior presença no mercado de tecnologia

No Brasil, mulheres são apenas 20% do mercado de TI, mas nova geração quer mudar o quadro.
Publicado em 07/03/2018
No Brasil, mulheres são apenas 20% do mercado de TI, mas nova geração quer mudar o quadro.
Especial Mulher: conheça a luta delas por maior presença no mercado de tecnologi

Edição: Alexandre Lins
Reportagem: Iolanda Kinoshita
Imagem: Augusta King (wikipedia)

 

 Quando se fala em personalidades da tecnologia, logo vêm à mente grandes nomes como Mark Zuckerberg e Steve Jobs. No top 10 da revista norte-americana Times, de figuras mais influentes desse mercado, apenas duas personalidades são mulheres. Mas se voltarmos no tempo vamos encontrar nomes como Augusta King, que em 1843 foi responsável pela criação do primeiro algoritmo da história da computação e Carol Shaw, reconhecida como a primeira mulher a trabalhar em uma companhia de vídeo game.

 

Neste cenário a luta é por oportunidade e reconhecimento. Será que em 2018 muita coisa mudou? “É realmente uma área escassa pra mulheres. Por exemplo, na minha turma eram 20 homens e duas mulheres só”, diz a estudante da área de tecnologia Barbara Câmara. Outra aluna, Bianca Ribeiro, cita as dificuldades no mercado. “Tem uma quantidade muito massiva de homens no mercado e agora que e as meninas estão atuando e ainda tem toda aquela diferença salarial. Há a própria ideia de que as mulheres não pertencem a essa meio, mas a gente vai tentando”, contou. 

 

Mulheres e tecnologia: no mundo, mulheres são apenas 25% desse mercado

 

Em 2017 uma pesquisa da ONU Mulher apontou que o público feminino está fora dos principais postos de trabalho gerados pela revolução digital. As mulheres ocupam somente 18% dos títulos de graduação em ciência da computação, além de representarem 25% da força de trabalho da industria digital. Larissa Guimarães atua no mercado como desenvolvedora de aplicativos. Dedicação foi a estratégia para conquistar espaço e respeito em um ambiente profissional quase dominado por homens. “Dentro dessa área, como vivência própria, eu percebi que é muito mais o esforço próprio. É muito mais você buscar os desafios. Ter maior conhecimento pra buscar seu espaço. Porque a mulher na tecnologia realmente são poucas que estão inseridas nesse mundo. As que estão inseridas se destacam sempre de alguma forma. A partir do momento que entraram mostraram seu potencial”, contou.

 

Para elas, competir com os homens está fora de cogitação. O objetivo é ter representatividade e explorar novas áreas do conhecimento, destaca Maria Maia, estudante de Licenciatura em Computação. “Não por competição, mas também porque é uma área diferente, interessante e aí a gente busca novas informações. Por que não abranger outras áreas? Não só a pedagogia, Português e o Inglês?”, ponderou.

 

No Brasil, mulheres são apenas 20% do mercado de TI

 

 Apesar dos avanços, a busca por igualdade continua no Brasil. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) aponta que apenas 20% dos profissionais que atuam no mercado de tecnologia da informação são mulheres. O estudo aponta ainda que 79% das mulheres que entram nas faculdades da área abandonam o curso no primeiro ano.

 

Nova geração de mulheres paraenses quer mudar cenário de TI

 

Mas nem tudo é ruim quando se fala da presença feminina no mercado de tecnologia. No Pará, em alguns cursos, a presença feminina vem crescendo de forma surpreendente. Aos 16 anos, a estudante Kássia Silveira cursa desenvolvimento de sistemas em uma turma onde as mulheres são maioria. “São 40 alunos. Eu acho que tem umas 28. Se interessam mais do que os meninos. Elas vão atrás, procuram livros, procuram informação que possa ajudar no curso”, comparou.