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Ações ajudam a reduzir acidentes com escalpelamento

Rádio Cultura

Ações ajudam a reduzir acidentes com escalpelamento

Esse ano foram registradas duas ocorrências na região do Marajó
Publicado em 04/07/2018
Esse ano foram registradas duas ocorrências na região do Marajó
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Reportagem: Brenda Freitas

Edição: Cássia Nascimento

Foto: Arquivo/ Agência Pará

Com a intensificação das ações de prevenção pela rede de atendimento do Estado, os casos de escalpelamento tem diminuído. No ano passado, apenas um acidente foi registrado. Esse ano, até o primeiro semestre aconteceram 2 casos na região do Marajó. “Ano passado nós fechamos o ano com um acidente, nós consideramos isso como um grande ganho porque a gente vem diminuindo. Este ano aconteceram dois acidentes, pra nós isso é um grande alerta. Estamos trabalhando cada vez mais pra que a gente encerre esse ano com esses dois acidentes, que não ocorra mais”, explica a coordenadora estadual de mobilização social da Secretaria de Saúde (Sespa), Socorro Silva.

 

 

Tratamento das vítimas

O tratamento das pessoas que sofrem escalpelamento no Pará é feito pela Sespa e pela Santa Casa de Misericórdia. “Aqui é feito todo o atendimento com toda a equipe de saúde: médico, cirurgião plástico, clínico, pediatra (se for criança), enfermeiro, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, nutricionista, assistente social. Nós temos mais de 400 pacientes cadastradas e 125 que continuam em tratamento”, informa a enfermeira Socorro Ruivo, que coordena o Programa Integral de Atendimento a Vítima de Escalpelamento da Santa Casa.

 

Balbina Barbosa foi vitima do escalpelamento parcial há alguns anos enquanto viajava de barco com os avós. Ela conta que o sofrimento foi imenso tanto física quanto psicologicamente. “Eu morava no interior, então eu ia em viagens com os meus avós em embarcações pequenas. Era coberta mas não tinha proteção no motor, aí eu fui deitar pra dormir durante a viagem e uma parte do meu cabelo pegou no eixo do motor. Eu fiz o tratamento pra recuperar parte do cabelo, no total eu fiz 10 cirurgias. O mais importante é a minha vida, eu graças a Deus não fiquem com nenhuma sequela externa. Então, eu me sinto bem hoje”, afirma.

 

A moradora do furo do Nazário, uma localidade na Ilha das Onças, próximo a Belém, Vanira Amorim, utiliza barco todos os dias. Ela já teve dois casos de acidente com motor de barco na família e por esse motivo nunca deixa de se cuidar e ficar alerta com crianças pequenas. Aconteceu com a minha tia alguns anos atrás, que arrancou o couro cabeludo dela e aconteceu com um primo do meu marido. “Quando eu vou próximo a eixo do motor, eu prendo meu cabelo ou até mesmo coloco um chapéu.”, conta.

 

Campanha de prevenção

A rede de atendimento do Estado no combate ao escalpelamento lançou essa semanaa campanha de verão nos 46 municípios com registro de acidentes. A ação é uma das 5  grandes mobilizações anuais no Plano Estadual da Comissão de Enfrentamento aos Acidentes com motores de barco.

 

Qualquer dúvida sobre atendimento ou como proteger os motores das embarcações basta entrar em contato com as secretarias municipais de saúde ou ligar para a Sespa no número (91) 99924 4754.