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Pará lidera ranking nacional de produção de cacau

Rádio Cultura

Pará lidera ranking nacional de produção de cacau

O município de Medicilância é um dos principais pólos produtores
Publicado em 14/09/2018
O município de Medicilância é um dos principais pólos produtores
Pará lidera ranking nacional de produção de cacau
Reportagem: Iolanda Kinoshita
Edição: Cássia Nascimento
 
Potencializar o uso do cacau paraense é um dos desafios dos produtores locais. Aqui no Estado, a amêndoa é cultivada em regiões como a Transamazônica, responsável por 70% da produção nacional. O destino são estados brasileiros e rotas internacionais, como o mercado europeu. “O cacau do Pará, da Amazônia, tem um teor de manteiga a mais e um ponto de fusão melhorado, então ele tem um diferencial na qualidade do chocolate, além de ter uma amêndoa maior e isso tudo traz benefícios para a produção de chocolate e pro mercado”, destaca o agricultor Ademir Venturin.
 
A partir do cacau, surgem vários produtos, entre eles chocolate, manteiga e doces. Para incentivar a verticalização da cadeia produtiva aqui no Pará, Medicilândia vive a expectativa da instalação de uma empresa de São Paulo que prevê aumento no cultivo e geração de emprego e renda. “Em linhas gerais, é uma empresa muito interessante pro Estado porque a gente vai conseguir fazer uma fabricação de amêndoas e possivelmente até manteiga, em Medicilândia que é uma das maiores regiões produtoras do Estado, e ela não vai ter plantio próprio. Ela vai ter uma fazenda experimental com boas práticas de cacau, numa área em torno de 10 hectares, mas ela quer comprar de produtores da região”, afirma o secretário de estado de desenvolvimento, mineração e energia, Eduardo Leão.
 
Com o trabalho de 22 mil famílias de produtores rurais, o Pará lidera o ranking nacional de produção. Segundo o levantamento sistemático da produção agrícola, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no último ano o Estado produziu cerca de 116 toneladas.
 
Aumento da produção
 
Com a nova empresa, a expectativa é aumentar ainda mais a produção. O que vai ser uma vitrine para o cacau paraense. “No processo de verticalização do cacau paraense, os consumidores no final vão poder provar o resultado e a qualidade diferenciada do cacau paraense, não mais misturando a amêndoa paraense com outras amêndoas sem que o consumidor final saiba distinguir aquilo que ele está provando. Isso é uma exigência pra que a empresa obtenha e goze dos benefícios fiscais, o produto tem que sair identificado como sendo um produto paraense”, informa o secretario adjunto da Sedeme Alex Moreira.
 
Diante da iniciativa, os produtores acreditam que o projeto não chega para competir com as empresas existente, mas para incentivar o negócio local. “A gente tem muita expectativa de que essa indústria também viria gerar emprego e renda na região e ajudar a gente a fazer esse desenvolvimento de uma forma mais sustentável e também com benefícios pro produtor rural. Então, eu acho que dentro de uma lógica de desenvolvimento, ela iria contribuir e não competir com a iniciativa que a gente tem, que é de fazer chocolate”, ressalta o produtor Ademir Venturin.
 
Segundo as estatísticas da Organização Internacional do Cacau, em todo o mundo o mercado do cacau e chocolate movimenta algo em torno de US$ 20 bilhões e o consumo é de 4 milhões de toneladas métricas de amêndoas secas a cada ano.