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Coleção de insetos raros do Museu Nacional está a salvo no Pará

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Coleção de insetos raros do Museu Nacional está a salvo no Pará

O assunto é um dos destaques desta sexta-feira (09) no Sem Censura Pará
Publicado em 09/11/2018
O assunto é um dos destaques desta sexta-feira (09) no Sem Censura Pará
Coleção de insetos raros do Museu Nacional está a salvo no Pará

Foto: Nailana Thiely / Ascom Uepa

 

Exemplares raros de insetos pertencentes ao acervo do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, escapou do incêncio que praticamente destruiu todo o prédio do museu carioca, na noite do último dia 2 de setembro, graças a um empréstimo feito à Universidade do Estado do Pará (UEPA). No entanto, o fogo no museu carioca atingiu peças arqueológicas que pertenciam ao Museu Paraense Emílio Goeldi. Mais de cem artigos descobertos por Domingos Soares Ferreira Penna, criador do Goeldi, foram perdidas. Para falar mais sobre isso, participa do programa de hoje a professora universitária, Ana Lúcia Nunes Gutjahr.

 

A coleção, sollicitada há três anos pela universidade para a realização de pesquisas e que continua a salvo na Uepa e à disposição do Museu Nacional, aqui em Belém, é formada por cerca de trezentas espécies raras de gafanhotos e esperanças coletadas em diferentes regiões do Brasil e do mundo, desde o início do século XX.

 

Já o material que pertencia ao Museu Goeldi, e que foi perdido com o incêncio, era composto por urnas funerárias coletadas no século XIX na região amazônica e se encontravam no Museu Nacional.

 

O Museu Goeldi é o segundo museu de ciências mais antigo do Brasil, ficando atrás apenas do Museu Nacional. A instituição possui 19 coleções científicas que reúnem 4,5 milhões de itens tombados como patrimônio.

 

Segundo a diretora do Goeldi, Roseny Mendes, não há dinheiro para modernizar o sistema que detecta e combate incêndio. Em 2017 o corte de verbas para as instituições de pesquisa gerou protestos. O Parque Zoobotânico do Goeldi e a Estação Científica Ferreira Pena, na Ilha do Marajó, ameaçaram fechar as portas.

 

Como forma de colaborar com a recuperação do acervo do Museu Nacional, perdido com o incêndio, o Goeldi informou que vai disponibilizar cópias digitais de documentos históricos para o museu do Rio. A Uepa também se comprometeu a doar espécies amazônicas para a instituição.

 

Outros destaques:

 

Nosso outro convidado é o diretor musical e arranjador, Igor Nicolai. Ele canversa com a gente sobre a sua participação na segunda temporada do “Amazônia Samba” que estreiou ontem na TV Cultura do Pará. A nova temporada é dividia em 12 episódios e mostra toda a diversidade do gênero nas regiões do Baixo Amazonas, Nordeste Paraense, Baixo Tocantins e Ilha do Marajó.

 

Vamos conversar também no programa de hoje com o ator e músico Luciano Lira sobre o espetáculo “O Pequeno Aviador e o Planeta do Invisível” que será apresentado neste domingo (11) no Teatro do Sesi. A montagem é do Dirigível Coletivo de Teatro e foi livremente inspirada na obra “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint Exupéry.

 

E para falar sobre a programação do Simpósio Amazônico de Câncer de Mama, que acontece até amanhã em Belém, vamos receber o médico mastologista e professor da Universidade de Campinas, César Cabello. Ele é um dos palestrantes do evento que reúne renomados especialistas do Brasil para discutir temas importantes sobre o câncer de mama com profissionais e estudantes de diversas áreas da saúde.

 

O Sem Censura Pará vai ao ar logo mais às 14h30, com transmissão pela TV, aqui pelo Portal Cultura através do link “TV ao Vivo” e também pelo nosso canal no Youtube. Não perca!