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Preços das bebidas continuam altos neste verão

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Preços das bebidas continuam altos neste verão

O aumento é aplicado principalmente em praias e balneários
Publicado em 12/07/2019
O aumento é aplicado principalmente em praias e balneários
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Estamos nos aproximando do segundo fim de semana do veraneio 2019 e o calor segue muito forte. Como consequencia, houve um considerável aumento consumo de bebidas, que este ano estão mais caras, principalmente nas praias e balneários. Esta situação foi mais uma vez confirmada por vários comerciantes (fixos e ambulantes) ouvidos pelo DIEESE/PA nestas últimas duas semanas. Para evitar à insolação e, consequentemente, a desidratação, a recomendação médica é a ingerência de muito líquido.

 

Seguir estas recomendações ao pé da letra tem sido um desafio para os paraenses no dia-a-dia em função da alta nos preços dos principais produtos. A situação pode ficar ainda pior em função de que, nas praias, a tendência é de preços maiores. Em relação ao início do veraneio do ano passado, os aumentos deste ano nas bebidas e produtos de cunho alimentar foram generalizados, alcançando em alguns casos reajustes bem acima da inflação calculada em 3,31% para o mesmo período (INPC/IBGE).

 

Os refrigerantes em lata de 350 ml, por exemplo, estão sendo comercializados nos supermercados da Grande Belém com preços que variam R$ 1,85 a R$ 2,79 dependendo da marca e do local de venda. Nos bares, restaurantes e na venda por ambulantes na Grande Belém a lata de refrigerante está sendo comercializada em torno de R$ 4,00 dependendo também da marca e do local de venda. A tendência é de que estes valores sejam replicados e até majorados nas vendas nas praias paraenses.

 

A água de coco, bebida rica em vitaminas, está sendo vendida hoje em praças e esquinas da Grande Belém, entre R$ 3,50 a R$ 4,00 deixando um lucro líquido para os comerciantes de quase 100,00% em cada unidade vendida. Nas praias a unidade do coco pode chegar a alguns locais a R$ 4,50.

 

Os sucos de frutas naturais regionais são também uma grande pedida para enfrentar o calor forte, mas os preços estão bem mais elevados que no mesmo período do ano passado, muito embora as pesquisas mostrem que uma parte considerável das frutas utilizadas para fazer os sucos tenham tido redução de preços nos últimos 12 meses. É verdade que uma outra quantidade também das frutas utilizadas no preparo dos sucos tenham tido aumento de preço no período analisado como é o caso do Melão Amarelo com alta de 5,86%, da Acerola com alta de 2,26%; do Maracujá com alta de 4,49 %. Outros produtos como o Cupuaçu, o Abacate e a Banana também ficaram mais caros.

 

Em vários pontos da cidade, o preço dos sucos varia de R$ 2,50 a R$ 6,00 dependendo do local de compra e da fruta utilizada. Se entretanto a opção contra o calor for pela água mineral, também os preços estão bem elevados. Na prática, a venda de água em bares, restaurantes e através de barraqueiros e ambulantes virou uma grande fonte de lucros na grande Belém principalmente nesta época.

 

Também neste caso (dependendo do tamanho da concorrência) os preços nas Praias deverão seguir a mesma linha de alta que estão sendo observados nos pontos de venda da Capital.