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O momento pede o isolamento, mas não o pessimismo

O momento pede o isolamento, mas não o pessimismo

Conheça a importância de se manter otimista, mesmo diante do isolamento social forçado.
O momento pede o isolamento, mas não o pessimismo

Nos jornais da televisão só vejo notícias tristes. É tanta gente adoecendo, morrendo... Queria me distanciar de tudo isso, sair de casa, mas o medo de acabar me contaminando com esse vírus é mais forte...”.

 

O relato acima é da aposentada Inácia de Almeida, 72 anos, e ilustra muito bem o sentimento que tem se apoderado de muitas pessoas diante da necessidade do isolamento social devido à atual pandemia do novo coronavírus.

 

Uma das soluções encontradas por governantes do mundo inteiro, no sentido de controlar a propagação do vírus, o confinamento, embora seja uma medida necessária, pode trazer junto com ele sérios problemas emocionais e psicológicos.

 

Esse isolamento forçado que está sendo imposto à população mundial é uma necessidade para que possamos proteger a nós mesmos e àqueles que fazem parte do nosso convívio da ameaça da COVID-19, a doença provocada por esse tipo de coronavírus que está circulando e que acomete com mais gravidade o chamado grupo de risco, formado por idosos com mais de 60 anos e pessoas com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, asma, problemas cardíacos e renais, além de fumantes. Apesar disso, crianças e jovens saudáveis também se contaminam e podem transmitir o vírus para indivíduos do grupo de risco. É nesse ponto que reside a grande importância do confinamento.

 

De acordo com o terapeuta transpessoal e escritor Robson Hamuche, algumas medidas podem ser adotadas a fim de minimizar os efeitos psicológicos do confinamento.

 

Uma decisão difícil...

 

Manter-se afastado de qualquer convívio social, no entanto, não é uma atitude fácil de se tomar. Para evitar as consequências emocionais ruins que podem surgir deste isolamento, o terapeuta diz que é necessário distinguir as diferenças entre o isolamento e a solidão. Esta pode ser sentida mesmo se a pessoa estiver rodeada de amigos, por exemplo.

 

Dessa forma, de acordo com Hamuche, a experiência atual de confinamento não precisa necessariamente ser ruim, cheia de tristeza e solidão. "Em relação ao que estamos vivendo hoje, a desse isolamento obrigatório, podemos encarar a situação de maneira negativa ou positiva, como sempre. Tudo depende de nós", diz ele.

 

Segundo o terapeuta, diante de tal situação, não é recomendável que fiquemos focados exclusivamente na doença. Informações sobre o vírus e como evitá-lo são necessárias e sempre bem-vindas. Contudo, sentar-se em frente à TV e assistir apenas ao crescimento exponencial do vírus no Brasil e no mundo e de como milhares de pessoas já morreram em razão dessa doença, certamente acarretará problemas para a nossa saúde mental, gerando ansiedade e tristeza.

 

Manter o otimismo

 

Apesar do momento difícil, é necessário, ainda de acordo com o terapeuta, que as pessoas se mantenham otimistas. "Elas devem estar conscientes do problema e tomar as providências necessárias para combatê-lo, mas repletas de pensamentos positivos e de esperança", afirma.

 

Ao invés de nos deixarmos levar apenas pelos pensamentos negativos diante dessa situação, podemos usar o momento para nos redescobrir e evoluir mentalmente. Entre as ações recomendadas por Hamuche em tempos de quarentena estão: a meditação, a leitura e até mesmo a arrumação da casa. Cuidar do corpo também é essencial, para isso exercícios físicos são indicados.

 

Mantendo a rotina profissional, mas sem descuidar da família

 

Quarentena não é sinônimo de férias e muitas pessoas continuam trabalhando em regime de home office. Para quem tem família a mesma deve continuar recebendo a nossa atenção. De nada adiantará esse tempo de isolamento, se você se dedicar apenas às tarefas profissionais.

 

Para quem tem criança pequena, Hamuche recomenda aos pais e mães uma série de brincadeiras para entreter os pequenos no período de isolamento. São atividades lúdicas, permitidas a todas as famílias, independentemente da condição socioeconômica, pois podem ser realizadas com brinquedos confeccionados a partir de materiais já existentes em casa: papel, papelão, rolos de papel higiênico, caixas de fósforo, palitos, pregadores de roupa, entre outros. Deixe a imaginação comandar!

 

Por fim, o terapeuta acredita que essa situação delicada que o mundo atravessa é um momento propício para que as pessoas reflitam sobre o sentido de coletividade e do quanto dependemos uns dos outros. "Se eu for contaminado por essa doença, posso transmiti-la para outros", argumenta. Desse modo, de acordo com Hamuche, torna-se claro e evidente que não somos apenas indivíduos isolados, ou seja, que dependemos de muitos outros, e que precisamos agir de maneira conjunta para não sofremos ainda mais.

 

Com informações do site BH Mulher.

 

Foto: Reprodução