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Músico paraense lança songbook do Catalendas

Músico paraense lança songbook do Catalendas

Material traz as transcrições em partitura das gravações originais do programa.
Músico paraense lança songbook do Catalendas

A trilha sonora criada pelo músico paraense Fábio Cavalcante para o programa Catalendas, produzido pela TV Cultura do Pará, agora ganhou o seu songbook. Nele estão as transcrições em partitura das 24 gravações originais – 12 da temporada de 2002 e 12 da temporada de 2012.

 

Com capa de Luciana Leal, o livro está disponível na Amazon e na SheetMusicPlus. As músicas nele transcritas trazem diversas formações que vão dos solos instrumentais (como em “Festa no interior II”, para sax alto, e “Primeira dança negra”, para sax soprano) ao quinteto de sopros e cordas em “Lendas”.

 

Mais informações sobre o álbum com a trilha sonora do Catalendas, você encontra AQUI.

 

Sobre o Catalendas - As lendas, contos, piadas, “causos” e assombrações que fazem parte do imaginário popular são contados por “Dona Preguiça” e “Preguinho” no programa “Catalendas”. A companhia In Bust é a responsável por dar vida aos bonecos, que vivem as mais diferentes histórias e retratam o folclore amazônico.

 

Criado em 1999, o programa ficou no ar na TV Cultura até 2013, com 115 episódios gravados. A partir do mês de maio de 2019, os episódios voltaram a ser exibidos pela TV Cultura do Pará de segunda a sexta, às 18h15. No país, o Catalendas conquistou audiência na TV Brasil, TV Cultura de São Paulo e no Canal Rá-Tim-Bum e na TV Brasil, e ganhou adeptos em países da África por meio da TV Brasil Internacional.

 

O Catalendas também possui um canal no YouTube com diversos programas disponíveis, além de entrevistas. É o local perfeito pra conhecê-lo ou revê-lo.

 

Fábio Cavalcante – Paraense de Belém do Pará, ele é músico com destaque na área da composição e produção fonográfica. Gravou todos seus discos pelo próprio selo, independente e caseiro, – FGC Produções. O primeiro foi o “FGC Vol. 1“, em 2001, com instrumentos virtuais e uma profusão de sons eletroacústicos. Em Ourém-PA, onde morou por 5 anos, gravou os “FGC Vol. 2” (2003) e “FGC Vol. 3” (2004), que mais tarde foram reunidos sob um único título – FGC Vols. 2 e 3 – devido à proximidade estilística, que incluía o uso de instrumentos acústicos e ritmos tradicionais do Estado. Em 2006, com apoio do Instituto de Artes do Pará, gravou o disco Doristi, acompanhado de um songbook e um livro de teoria musical. Desde então, muitas criações suas são baseadas neste sistema.

 

Para conhecer mais sobre a carreira dele e seus trabalhos, acesse AQUI.

 

Foto: Reprodução