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Websérie Pretas grava virtualmente temporada

Websérie Pretas grava virtualmente temporada

Produção seleciona atrizes negras para integrar nova etapa da produção.
Websérie Pretas grava virtualmente segunda temporada

A websérie Pretas abre inscrições até 1 de julho para selecionar atrizes negras que queiram fazer parte da nova temporada da produção. Para preencher o formulário acesse aqui. Com o tema “Mulheres Pretas na Pandemia - edição emergencial”, a etapa vai ser gravada de maneira virtual, com cada atriz na própria casa.

 

A temporada vai possuir cinco episódios e para participar é preciso ter no mínimo 18 anos e se identificar como mulher negra, não é preciso experiência em frente às câmeras. A seleção é de no máximo 3 minutos com uma cena pré-determinada e ocorre por vídeo chamada com a diretora de elenco.

 

Zélia Amador de Deus, professora da Universidade Federal do Pará, é quem coordena a novidade, além de atuar pela primeira vez em uma produção audiovisual. "É um espaço necessário, para que a sociedade volte seus olhos para a mulher negra, que está na base da pirâmide, ela que é o segmento mais esmagado da sociedade, e quando essa mulher se ergue, ela é capaz de mexer com toda pirâmide", afirma.

 

A produção atual é  realizada pela Negritar Filmes e Produções, da atriz Joyce Cursino, que também participou da primeira temporada. Ela afirma que o cinema é um espaço de poder e precisa ser pensado e construído por pessoas negras, por isso escalou uma equipe 100% de mulheres negras. 

 

"Estamos vivendo uma das maiores crises de saúde mundial e mais uma vez há uma tentativa de apagamento das nossas denúncias, das nossas histórias e do nosso protagonismo enquanto mulheres negras da Amazônia. Essa série é sobre isso", aponta Joyce.

 

A Primeira temporada está disponível no Youtube e possui nove episódios. Narra as vivências de mulheres negras em diferentes contextos, com desigualdades socioeconômicas, racismo religioso, lesbianidades, abuso de drogas, machismo, violência contra a mulher, busca por identidade, gordofobia e relacionamento abusivo.

 

Foto: Divulgação