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HOL alerta para casos de câncer de mama em homens

HOL alerta para casos de câncer de mama em homens

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), 1% dos casos afeta o público masculino
HOL alerta para casos de câncer de mama em homens

O Outubro Rosa conscientiza e mostra os cuidados necessários para evitar o surgimento do câncer de mama, principalmente voltado para o público feminino. Mas, homens também podem desenvolver a doença. Ainda que não tenha volume, a mama masculina possui glândulas e tecido mamário em que o tumor pode aparecer. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), 1% dos casos de câncer de mama é masculino, ou seja, a cada 100 mulheres diagnosticadas, há um homem acometido pela enfermidade.

 

O tumor é provocado pelo crescimento desordenado das células e podem ser desencadeado por vários fatores, entre eles, o envelhecimento - o câncer de mama acomete homens na faixa etária dos 60 anos. Existem ainda fatores hormonais que ocorrem quando o homem é exposto, durante muito tempo, ao estrogênio devido a alguma doença, como a hepática - fato que altera a função produzindo mais esta substância.

 

Os fatores externos como o sedentarismo, o alcoolismo e obesidade, assim como fatores genéticos relacionados a casos de câncer de mama na família, em mãe ou irmã, por exemplo, podem ocasionar a neoplasia maligna. Homens com alterações no gene BRCA2 e síndrome de Klinefelter, que faz com que os testículos não se desenvolvam completamente, aumentam as chances de aparecimento desse tipo de câncer.

 

A identificação da neoplasia maligna da mama masculina é feita da mesma forma que a feminina: por meio da mamografia, ultrassom e biópsia. Na maioria das vezes, é tardia e tem um pior prognóstico em comparação às mulheres. "O nódulo na mama do homem pode ser percebido mais rápido do que na mulher, isso acontece porque o tecido mamário do homem é menor, tem pouca glândula e menos gordura. O grande problema é que os homens não tem costume de fazer o autoexame, demoram a procurar o médico e somado a isso tem também a questão do machismo atrelado", explica a mastologista do Hospital Ophir Loyola, Juliana Carvalho.

 

A médica reforça que não é padrão fazer exames de rastreamento para este tipo de câncer na população masculina. "Só realizamos em casos em que o homem tem parentes de primeiro grau com histórico deste tipo de câncer ou possuem a mutação do gene BRCA2". Os principais sintomas envolvem protuberância ou inchaço, geralmente indolor, mudança na textura da pele, retração do mamilo, vermelhidão ou descamação e inchaço nos linfonodos da axila. "Importante ressaltar que, apesar de raro, é necessário alertar e conscientizar para qualquer alteração no corpo, a fim de obter um diagnóstico precoce e aumentar as chances de sucesso no tratamento", ressalta Carvalho.

 

O pedreiro S.G.A, 77, morador do município de Barcarena, já fazia tratamento contra o câncer de pele no Hospital Ophir Loyola quando sentiu um nódulo no lado direito do peito. Durante consulta, pediu para que a médica o examinasse, logo foi encaminhado para a clínica de mastologia. "Nós já sabíamos que o câncer de mama poderia aparecer em homens, mas a gente nunca imagina que iria acontecer com alguém da nossa família", disse a filha, que o acompanha durante todo o tratamento.

 

Após a confirmação, as opções de tratamento dependem do estágio do tumor. No sexo masculino, indica-se a cirurgia e, caso necessário, encaminha-se para radioterapia, quimioterapia ou hormonioterapia. "Assim como todos os tipos de câncer, o de mama pode ser prevenido com hábitos saudáveis. A falta de informação e o preconceito são os principais inimigos da doença", avalia a especialista Juliana Carvalho.

 

Com colaboração da assessoria de comunicação da Hospital Ophyr Loyola

 

Foto: divulgação