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Novos peixes são encontrados na Amazônia e cerrado

Novos peixes são encontrados na Amazônia e cerrado

Espécies foram descobertas nos estados do Pará e Tocantins
Novos peixes são encontrados na Amazônia e cerrado

Pesquisadores da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), em parceria com outras instituições, conseguiram reconhecer novas espécies de peixes nas bacias dos rios Tapajós e Tocantins, nos estados do Pará e Tocantins. Dessas espécies, duas foram descobertas no rio Cupari, afluente do Rio Tapajós, em Rurópolis, oeste paraense. São elas o acari (Hypostomus labyrinthus) e a piaba (Knodus cupariensis).

 

As espécies de destacam pela coloração peculiar em relação às demais de seus respectivos gêneros e foram encontradas pelo professor Frank Rayner Ribeiro, do Instituto de Ciências e Tecnologia das Águas (ICTA).

 

O Hypostomus labyrinthus foi localizado em ambientes de fundo rochoso no Cupari e em rios menores que deságuam nele. Já o Knodus cupariensis parece ocorrer exclusivamente no Rio Cupari, por isso ganhou o nome que faz referência ao local. Esta é a terceira espécie registrada em uma área pouco investigada pelos pesquisadores.

 

As descobertas são recentes e já exigem certa preocupação pois, embora parte do rio Cupari esteja dentro de uma área protegida, a Floresta Nacional do Tapajós, parte dele é intensamente afetada pelo desmatamento, o que compromete a qualidade de suas águas e as espécies que ali vivem. Outro problema diz respeito à construção de 13 usinas hidrelétricas, como explica o professor: “As barragens de usinas hidrelétricas interrompem o fluxo natural do rio e fragmentam o ambiente aquático. Essas alterações provocam modificações no habitat e impedem o deslocamento de espécies de peixes”.

 

A terceira espécie, Tatia akroa, foi encontrada na porção mais alta do rio Tocantins. Típica do cerrado, ela homenageia a população indígena Akroá que vivia ao longo da Serra Geral do Tocantins até o século XIX. O peixe é facilmente diferenciado dos demais bagres do mesmo gênero pela ausência da chamada nadadeira adiposa, localizada na parte superior do corpo, próxima à cauda.

 

 

Os estudos foram publicados em revistas científicas internacionais e envolveram docentes e discentes da Ufopa. Ainda de acordo com o professor Rayner, há vários projetos em execução na região Oeste do Pará que visam ao conhecimento da biodiversidade de peixes: “Atualmente esses projetos de pesquisa estão mais direcionados para estudos na bacia do rio Tapajós e rios da Calha Norte paraense”. Até o final do ano, estão programadas duas expedições científicas para estudar a fauna de peixes nestes locais.

 

Fotos: Divulgação / Ufopa