Segunda edição da Bienal das Amazônias leva arte e cultura ao centro histórico de Belém

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Visitantes apreciam obras no Centro Histórico
Nailana Thiely/Bienal das Amazônias

Belém sedia nesta quarta-feira (27) a segunda edição da Bienal das Amazônias, que reúne obras de 74 artistas e coletivos de oito países da Pan-Amazônia e do Caribe. As exposições seguem abertas ao público até 30 de setembro, com entrada gratuita.

Com o conceito curatorial verde-distância, inspirado no romance verde Vagomundo do escritor paraense Benedicto Monteiro, as obras resultam de um processo de escuta das múltiplas vozes que constituem o território amazônico.

Após dois anos da primeira edição, o evento além de integrar o circuito nacional das bienais brasileiras, também compõe a programação oficial da Temporada Cruzada Brasil-França 2025. Entre os destaques internacionais estão artistas vindos de ilhas caribenhas e da Guiana Francesa, como Jean-François Boclé, da Martinica.

Artista homenageado

Nesta edição, a Bienal presta homenagem ao artista Roberto Evangelista (1947-2019), natural de Cruzeiro do Sul, no Acre, e que viveu parte de sua trajetória em Manaus. Considerado pioneiro da arte conceitual na região, Evangelista produziu obras em diferentes suportes, como a videoarte, sempre conectando criação artística, meio ambiente e religiosidade.


Serviço

2ª edição da Bienal das Amazônias

Dias e horários de funcionamento: quarta e quinta das 9h às 17h; sexta e sábado das 10h às 20h; domingos e feriados das 10h às 15h.
Primeira semana de abertura: quarta-feira (27) das 12h às 18h30; quinta-feira (28) das 15h30 às 18h30; sexta-feira (29) e sábado (30) das 10h às 20h; e domingo (31) das 10h às 15h.
Local: Rua Senador Manoel Barata, nº 400 - Campina.
Entrada gratuita.

Com informações da Agência Brasil