Hino Nacional do Brasil é eleito o mais bonito da Copa 2026 pelo The New York Times

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Jornal norte-americano avaliou os hinos de 48 seleções do Mundial e colocou o do Brasil no topo da lista.
Foto: Reuters/Mike Segar

O Brasil conquistou um reconhecimento fora das quatro linhas na Copa do Mundo de 2026. De acordo com o ranking publicado na última sexta-feira (19) pelo jornal norte-americano The New York Times, em “Ranking all 48 World Cup national anthems”, o Hino Nacional Brasileiro foi eleito o mais bonito entre os 48 países participantes do torneio.

A publicação analisou os hinos de todas as seleções presentes no Mundial e atribuiu nota 10 à composição brasileira que recebeu destaque por sua “gloriosa introdução orquestral de 28 segundos”. Desta forma, o Brasil superou países tradicionais do futebol e até mesmo os três anfitriões da competição: México, Estados Unidos e Canadá.

"Dura pouco mais de dois minutos e ainda assim parece não ser suficiente. Há muitas palavras cantadas muito rapidamente na maior parte do tempo, falando sobre não temer a batalha, sobre um colosso destemido e uma pátria amada, mas o destaque é, sem dúvida, uma gloriosa introdução orquestral de 28 segundos", diz o texto do jornal.

Em meio aos elogios, a publicação ainda lembra a execução do hino brasileiro na Copa de 2014, quando torcida e jogadores cantaram a plenos pulmões cada verso. Porém, após a derrota por 7 a 1 para a Alemanha, o momento perdeu o brilho e ganhou tons de desespero na imprensa brasileira.

O Top 10 dos hinos mais bonitos da Copa do Mundo de 2026, segundo o NY Times, é o seguinte:

  1. Brasil

  2. França

  3. Portugal

  4. Colômbia

  5. Escócia

  6. Equador

  7. Argentina

  8. Egito

  9. Uruguai

  10. Bósnia e Herzegovina

Hino do Brasil

O Hino Nacional Brasileiro foi composto por Francisco Manoel da Silva, em abril de 1831, inicialmente sem letra. Após a proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, foi realizado um concurso para escolher os versos que substituíssem os originais, deixando-os mais adequados à nova organização política do Brasil, que deixou de ser um império e se tornou uma república. Assim, os versos compostos por Osório Duque Estrada acabaram sendo escolhidos e foram incluídos oficialmente em 6 de setembro de 1922.